quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A Casa Espírita

Paredes simples e calorosas. Vista da terra, parece pobre choupana sem vigor.
Vista aos olhos espirituais raia o sol de amor.
Foco de amparo, as paredes sem adorno faz reviver aquilo, que os primeiros cristãos viviam, a luz augusta feita pelo Cristo.
Cristão de hoje fugi dos excessos do mundo. A grandeza do templo esconde os escabrosos medos. A suntuosidade da edificação oculta as dores da amargura. As grandes construções religiosas, nos seus adornos, não permite a alma encontrar a paz.
Foges, filhos do Cristo, das vaidades do mundo!
Permita Deus que tu sejas hoje o bem que o céu deseja e auxilia.
Não busques os números que a grandeza pode permitir. Lembra sempre da justa medida, do equilíbrio, da harmonia, da paz que saem contigo da consciência em processo de plenitude.
Foges para bem no bem que viu em ti.
Esqueces que tu é filho de Deus, não esqueças que raia em ti o brilho das estrelas.
Somente, quando desejas a viver o Evangelho do Cristo entrarás no Reino dos Céus.
A Casa Espírita no momento oportuno trás a excelsitude da choupana de Cafarnaum; a meiguice da casa da viúva de Betânia; a singela do lar de Pedro e o amparo da casa do último dia, em que o Cristo reuniu os seus irmãos e realizou o celeste banquete, no qual o alimento fora o Evangelho de Deus no coração dos homens.


Autoria: Lee Jéfferson Pontes
Trabalhador do Centro Espírita A Samaritana


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