
DE LAGARTA A BORBOLETA – A METAMORFOSE HUMANA.Por Cláudio Antonio Fernandes de Almeida
Existiu numa ilha distante, mais precisamente na Ilha de Delfos há cerca de 400 anos a.C. um templo grego que continha as seguintes inscrições: Conhece-te a ti mesmo. Os filósofos gregos já versavam em praça pública sobre este tema, fazendo com que a população grega já meditasse sobre as mudanças que ocorrem todo o tempo com o ser humano. No Livro dos Espíritos, questão 919, Allan Kardec indaga aos Espíritos Superiores sobre a maneira eficaz para conseguir o tão sonhado melhoramento pessoal. Santo Agostinho lhe responde que ao final de cada dia, você possa interrogar-se a respeito das suas ações diárias, revisando algo que o possa lamentar em ações ou pensamentos. Que possa examinar tua consciência e rever teu dia, lembrando que para Deus nada é oculto. Portanto, o conhecimento de si mesmo, é a chave do progresso individual. Em nossa vida, passamos por diversas modificações. Seja de ordem física, psíquica ou social. Essas modificações ou transformações são mudanças que nos fazem de algum modo progredir frente às adversidades da vida. Espiritualmente, sabemos que todas essas mudanças vêm para realmente nos transformar em espíritos bons. Como em uma grande escola, a vida atual é a grande sala de aula onde estamos no momento, apreendendo novos conhecimentos. Muitas vezes nos acomodamos, nos rebelamos, faltamos às aulas e acabamos por atrasar nossa evolução. Na metamorfose humana, no inicio de nossas vidas somos lagartas, na busca incessante pelo alimento, que são as instruções de nossos pais, a educação dispensada a nós, todo o aprendizado que possamos receber. Se formos “espertos” tentaremos assimilar tudo de bom, se não quando chegar o momento de se encasular, não teremos alimento necessário para nossa maturação como pessoa humana. Chegamos então o momento de se encasular, de pensar em tudo que apreendemos da vida, de repensar nossa conduta, meditar sobre nossos anseios. Valorizar o que temos e verificar o que pretendemos fazer no momento que se aproxima. Nos chega uma nova fase da vida e neste momento devemos nos posicionar. Pra onde vou? O que serei? O que estou fazendo aqui nesta terra? Essas respostas devem ser respondidas de imediato, pois o tempo não espera. Saímos do casulo, renascemos novamente. Temos lindas asas e podemos voar. Já tomei minha decisão. Neste tempo todo que estava no casulo, meditando sobre minhas ações, pude rever toda minha vida e neste momento tenho um novo desafio. Alçar novas terras, voar para o meu objetivo: uma vida melhor. Jesus nos fala em seu Evangelho, que a messe é grande e os trabalhadores são poucos. As sementes já foram lançadas, a terra já foi preparada. Mas onde se encontram os trabalhadores que irão fazer a colheita? Somos nós, caríssimos irmãos e irmãs, os trabalhadores da última hora, que embora no final do dia laboramos pouco tempo, receberemos do Pai o salário prometido a todos. Que possamos realmente voar ao encontro do Pai Celeste. Que nossas asas possam nos favorecer um vôo para o alto, que nossa bússola seja o Evangelho de Jesus, irmão amantíssimo, Filho do Altíssimo, o Bom Pastor, que não deixará nenhuma de suas ovelhas no covil do lobo feroz. Você vive em busca da felicidade, e ela está dentro de você, você busca na ilusão da vida comum a felicidade, e ela está dentro de você, sinta a alegria de viver todos os momentos. Mesmo nos momentos mais difíceis, porque você é filho de Deus, e nasceu para vencer. Podemos acelerar nosso processo de evolução. Esta é a grande novidade para nós. Não devemos pensar que necessitamos de milhares de anos para chegarmos a ser borboletas, isto é, uma entidade espiritual. Isto não é verdade! Se alguém colocar bastante esforço na sua concentração, na sua meditação ele pode abreviar a sua própria evolução rumo a espiritualidade definitiva. Isto não depende de uma ação do tempo externo - isto depende de uma ação interna por parte do individuo, uma ação voltada para a conscientização da sua realidade espiritual: Eu e o Pai somos um - o Pai está em mim e eu estou no Pai. Renascer é preciso, mas no tempo certo. Sair de nosso próprio casulo, romper com o estabelecido e o seguro para tentar algo maior. Transformar-se exige esforço – e também paciência para esperar o tempo certo. Tempo de se fortalecer, de ganhar prumo, antes de se aventurar por outros horizontes. Processo muitas vezes solitário, como é para a lagarta, que não vira borboleta se apressarem sua metamorfose. Que maravilha ela se torna quando ganha uma nova identidade e voa, exibindo sua altivez. Que possamos sempre renascer em Cristo, nos transformando em lindas borboletas exaltando sempre nosso Pai Celeste.
Existiu numa ilha distante, mais precisamente na Ilha de Delfos há cerca de 400 anos a.C. um templo grego que continha as seguintes inscrições: Conhece-te a ti mesmo. Os filósofos gregos já versavam em praça pública sobre este tema, fazendo com que a população grega já meditasse sobre as mudanças que ocorrem todo o tempo com o ser humano. No Livro dos Espíritos, questão 919, Allan Kardec indaga aos Espíritos Superiores sobre a maneira eficaz para conseguir o tão sonhado melhoramento pessoal. Santo Agostinho lhe responde que ao final de cada dia, você possa interrogar-se a respeito das suas ações diárias, revisando algo que o possa lamentar em ações ou pensamentos. Que possa examinar tua consciência e rever teu dia, lembrando que para Deus nada é oculto. Portanto, o conhecimento de si mesmo, é a chave do progresso individual. Em nossa vida, passamos por diversas modificações. Seja de ordem física, psíquica ou social. Essas modificações ou transformações são mudanças que nos fazem de algum modo progredir frente às adversidades da vida. Espiritualmente, sabemos que todas essas mudanças vêm para realmente nos transformar em espíritos bons. Como em uma grande escola, a vida atual é a grande sala de aula onde estamos no momento, apreendendo novos conhecimentos. Muitas vezes nos acomodamos, nos rebelamos, faltamos às aulas e acabamos por atrasar nossa evolução. Na metamorfose humana, no inicio de nossas vidas somos lagartas, na busca incessante pelo alimento, que são as instruções de nossos pais, a educação dispensada a nós, todo o aprendizado que possamos receber. Se formos “espertos” tentaremos assimilar tudo de bom, se não quando chegar o momento de se encasular, não teremos alimento necessário para nossa maturação como pessoa humana. Chegamos então o momento de se encasular, de pensar em tudo que apreendemos da vida, de repensar nossa conduta, meditar sobre nossos anseios. Valorizar o que temos e verificar o que pretendemos fazer no momento que se aproxima. Nos chega uma nova fase da vida e neste momento devemos nos posicionar. Pra onde vou? O que serei? O que estou fazendo aqui nesta terra? Essas respostas devem ser respondidas de imediato, pois o tempo não espera. Saímos do casulo, renascemos novamente. Temos lindas asas e podemos voar. Já tomei minha decisão. Neste tempo todo que estava no casulo, meditando sobre minhas ações, pude rever toda minha vida e neste momento tenho um novo desafio. Alçar novas terras, voar para o meu objetivo: uma vida melhor. Jesus nos fala em seu Evangelho, que a messe é grande e os trabalhadores são poucos. As sementes já foram lançadas, a terra já foi preparada. Mas onde se encontram os trabalhadores que irão fazer a colheita? Somos nós, caríssimos irmãos e irmãs, os trabalhadores da última hora, que embora no final do dia laboramos pouco tempo, receberemos do Pai o salário prometido a todos. Que possamos realmente voar ao encontro do Pai Celeste. Que nossas asas possam nos favorecer um vôo para o alto, que nossa bússola seja o Evangelho de Jesus, irmão amantíssimo, Filho do Altíssimo, o Bom Pastor, que não deixará nenhuma de suas ovelhas no covil do lobo feroz. Você vive em busca da felicidade, e ela está dentro de você, você busca na ilusão da vida comum a felicidade, e ela está dentro de você, sinta a alegria de viver todos os momentos. Mesmo nos momentos mais difíceis, porque você é filho de Deus, e nasceu para vencer. Podemos acelerar nosso processo de evolução. Esta é a grande novidade para nós. Não devemos pensar que necessitamos de milhares de anos para chegarmos a ser borboletas, isto é, uma entidade espiritual. Isto não é verdade! Se alguém colocar bastante esforço na sua concentração, na sua meditação ele pode abreviar a sua própria evolução rumo a espiritualidade definitiva. Isto não depende de uma ação do tempo externo - isto depende de uma ação interna por parte do individuo, uma ação voltada para a conscientização da sua realidade espiritual: Eu e o Pai somos um - o Pai está em mim e eu estou no Pai. Renascer é preciso, mas no tempo certo. Sair de nosso próprio casulo, romper com o estabelecido e o seguro para tentar algo maior. Transformar-se exige esforço – e também paciência para esperar o tempo certo. Tempo de se fortalecer, de ganhar prumo, antes de se aventurar por outros horizontes. Processo muitas vezes solitário, como é para a lagarta, que não vira borboleta se apressarem sua metamorfose. Que maravilha ela se torna quando ganha uma nova identidade e voa, exibindo sua altivez. Que possamos sempre renascer em Cristo, nos transformando em lindas borboletas exaltando sempre nosso Pai Celeste.
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